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O que querem as mulheres?

Publicado em 24/12/2019

Partindo do princípio de que a forma com a qual as pessoas se relacionam são impactadas pelo jeito com que lidam consigo mesmas, a Kantar promove a ‘Análise da autoestima feminina no Brasil’. O estudo, além de entender os fatores que empoderam e dão confiança às mulheres, contempla as visões do público sobre como diferentes segmentos se comunicam em relação à representação dos gêneros.

 

Para isso, a empresa buscou primeiramente entender os fatores que compõem a autoimagem da população, que são: autonomia financeira, autonomia sexual e corporal, liberdade de pensamento e expressão, representatividade e conexões sociais. A respeito da importância na dimensão de cada um desses aspectos, as mulheres brasileiras depositam grande valor na autonomia financeira (24%) e representatividade (16%). Isso pode ser explicado pelo fato de viverem em um país com muitos desafios econômicos para o gênero e com representações culturais positivas escassas. Já a comparação com o gênero masculino evidencia como a autoimagem da mulher ainda é consideravelmente mais baixa: quase 20% das mulheres se sentem com baixa autoestima e apenas 10% dos homens declaram o mesmo.

Feito isso, a Kantar analisou a visão do público feminino em relação a marcas específicas e depois as agrupou em setores para definir padrões. Foi observado que, enquanto muitas delas são percebidas de forma similar entre as mulheres, algumas se comunicam melhor apenas com as que possuem autoestima alta. É o caso, por exemplo, do setor de alimentos e bebidas não alcoólicas, que têm menor consideração entre as mulheres com baixa percepção de sua capacidade e valor. O fato pode ser resultado de comunicação que apresenta apenas mulheres muito bem-sucedidas e resolvidas, o que pode gerar menos identificação.

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