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Intel Studios

Publicado em 25/03/2019

A Intel pretende produzir conteúdo rico baseado em pixels tridimensionais chamados voxels e realidade aumentada para criar conteúdos volumétricos, experiências imersivas como a realidade virtual e revolucionar o cinema.

Nove anos atrás, dois israelenses sentaram-se em um pub de Londres e esboçaram uma ideia de como ver um jogo de futebol do ponto de vista do goleiro. Em 2016 a start up sediada em Tel Aviv chamada Replay Technologies, foi comprada pela Intel por $175m. Nesse ano, Diego Prilusky, criativo-chefe da Intel Studios e um dos fundadores da start-up Replay contou como está ajudando a Intel a entrar no mercado cinematográfico. Na sua palestra pelo festival SXSW (South by Southwest) “Immersive Storytelling: Breaking the Fourth Wall” (Histórias imersivas: quebrando a quarta parede), Diego Prilusky, mostrou o que ele aposta ser o próximo passo da indústria audiovisual: o vídeo volumétrico.

“A criação de conteúdo é um mundo que existe há mais de 100 anos, e passou por uma grande revolução em meados da década de 1990, quando começaram a mudança para o digital”, disse Prilusky em uma entrevista em Las Vegas. “Embora a filmagem digital tenha sido eficiente, acessível e barata, a metodologia de colocar uma câmera e pressionar ‘gravar’ não mudou. As filmagens ainda são frontais – alguém fica na frente de uma tela. Queremos fazer a transição – não continuar a melhorar o que existe, mas inventar algo inteiramente novo”. O vídeo explica como a tecnologia funciona. Interessou? O artigo completo esta disponível aqui.

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